Se a maternidade virou uma lista infinita de cobranças, culpa e cansaço e que nada resolve, a terapia pode te ajudar a sair do modo sobrevivência.
Você esperava cansaço. Noites mal dormidas. Rotina puxada.. Mas não esperava isso:
Acordar já esgotada — mesmo quando dormiu.
Sentir que o dia inteiro é uma corrida, e você nunca chega a lugar nenhum.
Perder a paciência por coisas pequenas e depois ser engolida pela culpa.
Olhar para outras mães e pensar:
“por que para elas parece tão natural?“
Querer chorar no banheiro,
e se sentir egoísta por isso.
Amar seu filho com tudo que você tem, e ainda assim querer sumir por cinco minutos.
Isso não é frescura. Não é falta de amor. Não é ingratidão.
É o seu corpo e a sua mente pedindo ajuda.
E pedir ajuda não te faz uma mãe pior.
Te faz uma mãe consciente.
Em muitos casos, essa sobrecarga não é apenas sobre a maternidade ser difícil.
Algumas mulheres descobrem, justamente nesse momento, que seu cérebro sempre funcionou de um jeito diferente, e que a maternidade apenas amplificou o que antes era possível compensar e mascarar.
Se isso faz sentido para você, vale investigar.
A terapia é o espaço certo para isso.
O acompanhamento é focado na sua vida real, não em teoria.
Trabalhamos com o que você vive todos os dias, respeitando o cansaço, o tempo escasso e o que é possível neste momento.
O objetivo não é te ensinar a “aguentar mais”.
É construir uma vida onde aguentar não seja o padrão.


Sou psicóloga há mais de 10 anos e especialista em Desenvolvimento Infantil e Psicologia Perinatal.
Acredito que a maternidade é um dos processos emocionais mais transformadores da vida — e, justamente por isso, merece cuidado técnico e sensível.
Minha atuação é voltada ao acolhimento de gestantes, puérperas e mães de crianças na primeira infância, com foco em temas como culpa materna, exaustão emocional, neurodivergências e reconstrução da identidade após a chegada do bebê.
Sou mãe e também vivi as intensas mudanças da maternidade solo e atípica. Essa vivência pessoal me faz compreender, com profundidade, as nuances emocionais que acompanham o maternar — sem julgamentos, com empatia e ciência.
Hoje, dedico minha prática clínica a oferecer um espaço de escuta segura, informação embasada e estratégias de equilíbrio emocional para que cada mulher possa viver a maternidade com mais leveza e autocompaixão.
Não. Mulheres com suspeita ou em processo de investigação
também podem — e devem — buscar acompanhamento.
Muitas vezes o próprio processo terapêutico ajuda a clarear o quadro.
Não. São complementares. A terapia trabalha o manejo emocional
e comportamental. Quando necessário, o psiquiatra cuida
da parte medicamentosa. Um não substitui o outro.
As sessões acontecem por videochamada, em plataforma segura.
Você faz de onde estiver, sem precisar sair de casa
ou depender de alguém para ficar com as crianças.
Depende de cada caso, mas o processo é breve e focado.
Na primeira sessão já definimos objetivos claros
para que você sinta progresso desde o início.

Se você chegou até aqui, é porque algo nesse texto fez sentido.
Esse é o primeiro passo.
O segundo é marcar sua sessão.